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Perguntas Frequentes


1. O que são Fatores de Transferência?

Os Fatores de Transferência são moléculas mensageiras que transportam informação imunológica dentro do sistema imunitário de um individuo. A natureza também utiliza Fatores de Transferência para transportar informação imunológica de um sistema imunitário de um individuo a outro. (este facto, na realidade originou a sua designação – por serem os fatores que transferem imunidade de uma pessoa a outra.)

2. Como de descobriram os Fatores de Transferência?

Em 1949 H. Sherwood Lawrence trabalhava no problema da Tuberculose. Estava a tentar descobrir se algum dos componentes do sangue de um individuo exposto à Tuberculose e que tenha recuperado podia transmitir algum tipo de sensibilidade à tuberculina num outro individuo. Podia utilizar transfusões sanguíneas, mas só entre pessoas com o mesmo tipo de sangue. Lawrence primeiro separou as células imunológicas do sangue, os Linfócitos ou glóbulos brancos. Depois abriu os Linfócitos e separou o seu conteúdo em várias fracções de tamanhos diferentes, tendo descoberto que uma dessas fracções era composta por pequenas moléculas com a capacidade de transferir a sensibilidade à tuberculina a um receptor inconsciente. A estas pequenas moléculas o doutor Lawrence chamou Fatores de Transferência.

3. É o sangue a única fonte de Fatores de Transferência?

Inicialmente sim. A meio da década de 1980 dois investigadores desenvolveram a hipótese dos Fatores de Tranferência poderem estar presentes no colostro (leite materno). Por esta descoberta atribuiu-se-lhes uma patente em 1989. O colostro é hoje em dia a melhor fonte e Fatores de Transferência.

4. O que é o Colostro?

É o primeiro leite que uma mãe produz imediatamente após dar à luz. Uma pessoa necessitaria de consumir aproximadamente 45 gramas de colostro para obter a actividade de Fatores de Transferência presentes numa única dose de manutenção diária de Transfer Factor de 4Life (3 cápsulas).

5. O que motivou os cientistas a procurar os Fatores de Transferência no Colostro?

Quem já trabalhou com gado sabe que se não permitir a um vitelo amamentar-se da sua progenitora, terá menos hipóteses de sobreviver. Os vitelos morrem mesmo que tenham muita comida à sua disposição, sendo que nestes casos morrem devido a infecções causadas pelos organismos infeciosos mais comuns. Seja qual for a razão, o sistema imunitário desses vitelos não funciona normalmente. Este facto sugere que existe um certo tipo de informação imunológica que é transferida da progenitora ao seu recém nascido. Então a questão lógica é: serão os Fatores de Transferência? A resposta é um rotundo SIM!

6. Os Fatores de Transferência são isolados a partir do colostro. E que ocorre em relação às alergias ao leite e à intolerância à lactose?

As alergias ao leite são causadas por diversas proteínas lácteas, principalmente pela caseína, e em menor grau pelas imunoglobinas. Estas proteínas são retiradas aos Fatores de Transferência.

7. Qual a comparação entre Transfer Factor de 4Life e outros produtos à base de colostro presentes atualmente no mercado?

Estudámos de forma séria o colostro e os ovos hiperimunizados à disposição dos consumidores. São bons produtos, mas devem ser levantadas algumas questões. Em primeiro lugar, a alergia ao leite e a intolerância à lactose são temas abordados anteriormente. Segundo, o problema da imunoglobina e da efecácia dos anticorpos. O uso de anticorpos de espécies cruzadas pode ser eficaz a curto prazo. A sua utilização a longo prazo é ineficaz, pois o receptor desenvolve anticorpos contra o anticorpo estranho ao organismo, pondo em causa a sua eficácia. A terapia com anticorpos é administrada por meio intravenoso, sendo que o consumo oral provoca a degradação ácida do estômago.

8. São os Fatores de Transferência benéficos unicamente para os recém nascidos?

Os Fatores de Transferencia são bons para qualquer pessoa que necessite de apoio adicional para o seu sistema imunitário. Os três grupos que mais necessitam desse apoio adicional são os jovens, os idosos e qualquer pessoa que se encontre debaixo de grande stress. Quase todos nós nos incluímos dentro de uma destas categorías. Fala-se muito na geração dos "Baby Boomers". A maioria destas pessoas têm já uma idade em que o sistema imunitário trabalha menos. Os Fatores de Transferência constituem uma maneira de fortalecer um sistema imunitário que tenha já começado a degradar-se.

9. Os Fatores de Transferência foram validados cientificamente?

Desde que Lawrence os descobriu em 1949 foram publicados mais de 3000 estudos cientificos sobre Fatores de Transferência.

10. Com que regularidade devemos tomar Transfer Factor XF?

O nosso organismo cria todos os dias novas células imunitárias que necessitam de instruções. Para fazer face a esta necessidade Transfer Factor XF deve ser utilizado diáriamente, providenciando ao sistema imunitário um suporte contínuo para fazer frente aos novos desafios se saúde contêmporaneos.

11. Que tipo de indicações terapeuticas possuem os Fatores de Transferência?

Os fatores de transferência são utilizados no tratamento efectivo de doenças bacterianas, micobacterianas, virais, parasitárias e fungais. Os fatores de transferência são utilizados no combate ao cancro. Apresentam grandes potencialidades no tratamento da SIDA, o que tem originado estudos e encontros sobre o tema entre a comunidade cientifica.

12. Se os Fatores de Transferência são tão eficazes, porque não os explorou ainda a indústria farmacêutica?

Atualmente a indústria farmacêutica está de olhos postos nos fatores de transferência. È uma substância que "foge" aos conceitos imunológicos convencionais. Na década de 1950 os antibióticos eram o futuro da medicina, tal como o foram os esteróides na década de 1960 (cortisona e hormonas sintéticas). Na década de 1970 surgiram os fatores de tranferência. No entanto os resultados obtidos foram insuficientes. A chave estava no controlo da qualidade do produto. Esse problema resolveu-se a meados dos anos 80.
Ao longo deste processo as companhias farmacêuticas depararam-se com vários problemas na purificação dos fatores de transferência sem sacrificar a sua eficácia. Depois surgiram questões ligadas ao financiamento das investigações sobre os fatores de transferência – com o surgimento da SIDA, os politicos canalizaram os fundos para tentar encontrar o causa da doença e dessa forma um medicamento para a cura. O trabalho de uns poucos investigadores e a inoperância da industria médico-farmacêutica tradicional colocou novamente os fatores de trasnferencia e as suas potencialidades, especialmente no combate a doenças de origem viral, na ordem do dia.

13. Porquê só agora podemos aceder livremente aos Fatores de Transferência?

Há duas portas que se abriram recentemente e que permitiram o comércio livre de fatores de transferência. Primeiro a aprovação da DSHEA em 1994 (DIETARY SUPPLEMENT HEALTH AND EDUCATION ACT - EUA), que permite informar sobre as propriedades dos fatores de transferência como suplemento nutritivo. A segunda razão é técnica. Os fatores de transferência surgiram como uma idéia muito adiantada no tempo e houve que esperar para que a tecnología de desenvolvesse. Só recentemente se aperfeiçoaram os métodos de extracção em grande escala, que asseguram igualmente as propriedades do produto.

14. Como funcionam os Fatores de Transferência?

Dito de forma simples, os fatores de transferência fortalecem o sistema imunitário. Mas esse facto pode ser utilizado para descrever inúmeros outros produtos e suplementos. Os fatores de transferência não são uma entidade individual. São uma mistura complexa de três funções separadas – a INDUTORA, a ANTIGÊNICA ESPECÍFICA e a SUPRESSORA. Uma vez que o nosso sistema imunitário mantêm guerras microbiológicas constantes, há que utilizar uma analogía para explicar estas três funções. A INDUTORA actua como um monitor de treino básico, exigindo ao sistema imunitário que se mantenha em boa forma, mas sem no entanto lhe transmitir informação sobre quem atacar. A função ANTIGÉNICA ESPECÍFICA é como que uma extensa base de dados, onde estão identificadas as características dos diversos agentes patológicos que atacaram o organismo até ao momento. Sobre a função SUPRESSORA podemos compará-la a um general que ordena às suas tropas o regresso a casa, pois a guerra terminou. Sem esta acção podem ocorrer vários tipos de danos, pois se o sistema imunitário não "ordena" o regresso das suas tropas perante um ataque ou reacciona excessivamente, podemos vir a sofrer de doenças autoimunes, como a esclerose múltipla e as alergias.
A grande diferença para outros suplementos está no facto dos fatores de transferência serem essencialmente informação imunológica. São de facto informação que educa o sistema imunológico, contribuindo para a sua acção e bom funcionamento. É um conceito completamente novo no campo da imunologia.

15. Transfer Factor foi aprovado pela FDA ?

Os suplementos alimentares e dietéticos não são propriamente aprovados pela FDA (U. S. Food and Drug Administration). Os suplementos alimentares derivados do leite são geralmente reconhecidos como inócuos. (Generally Recognized as Safe, GRAS).

16. Os Fatores de Transferencia são inócuos?

Sim. Os investigadores administraram elevadas doses de Fatores de Transferência a voluntários com a intenção de estudar possiveis reacções adversas. Não se observaram efeitos secundários negativos, mesmo em doses massivas.

17. Podem os Fatores de Transferência ajudar pacientes com cancro?

Quimioterapia, radioterapia e cirurgia são os tratamentos convencionais no tratamento ao cancro. Tanto a quimioterapia como a radioterapia causam inúmeros danos corporais, especialmente ao nível do crescimento das células do sistema imunitário, medula óssea e forro intestinal. Ao sofer tratamentos deste tipo, o paciente fica exposto a todo o tipo de infecções. O uso de fatores de transferência durante os tratamentos protege e estímula o sistema imunitário. Nos casos de operações para a remoção de certos tumores, o uso de fatores de transferência aumenta significativamente a taxa de sobrevivência dos pacientes. Atualmente estão em curso inúmeros estudos sobre fatores de transferência e cancro.

18. O que se passa com as Constipações?

As constipações são doenças virais e os Fatores de Transferência são utilizados com maior frequência no combate a problemas virais. Não se realizaram estudos sobre Fatores de Transferência e constipações, mas é interessante saber que o alivio dos sintomas das constipações é um efeito positivo em quem toma Transfer Factor.

19. Os Fatores de Transferência são seguros para as crianças?

Os fatores de transferência presentes no Colostro foram concebidos pela natureza para os recém nascidos. Retirando as substâncias que causam alergias lácteas e a lactose obtemos o essencial – a informação imunológica.